Minha Música…
Ciúme
Ultraje a Rigor
Eu quero levar uma vida moderninha
Deixar minha menininha sair sozinha
Não ser machista e não bancar o possessivo
Ser mais seguro e não ser tão impulsivo
(Refrão)
Mas eu me mordo de ciúme
Mas eu me mordo de ciúme
Meu bem me deixa sempre muito à vontade
Ela me diz que é muito bom ter liberdade
Que não há mal nenhum em ter outra amizade
E que brigar por isso é muita crueldade
Mas eu me mordo de ciúme
Mas eu me mordo de ciúme
Eu quero levar uma vida moderninha
Deixar minha menininha sair sozinha
Não ser machista e não bancar o possessivo
Ser mais seguro e não ser tão impulsivo
Mas eu me mordo de ciúme
Mas eu me mordo de ciúme
O ôôô
O ôôô
Mas eu me mordo de ciúme
Mas eu me mordo de ciúme
Ciúme, ciúme
Eu me mordo de ciúme
Eu me mordo, eu me mordo de ciúme
Eu me mordo, eu me rasgo, eu me acabo
Eu falo bobagem, eu faço bobagem, eu dou vexame
Eu faço, eu sigo, eu faço cenas de amor
Ciúme, ciúme, eu me mordo
Eu fiz o teste, e o resultado não poderia dar outro… Ciumenta, ciumenta ciumenta!
RESULTADO
Ciumenta
Algo está errado com esse ciúme exagerado que sente pelo parceiro. Significa que a relação não está legal. Saiba que, quanto mais exacerbada é a reação, maior é o grau de insegurança. Talvez seja a hora de colocar em pratos limpos como você se sente para tentar resgatar a paz no amor

CIUME.
O que é isso?
Que me faz ficar zangada
Ficar toda atrapalhada
Quando não estou contigo!
Será que é o ciúme
Que me faz ficar assim
Por não ter você por perto
E sempre longe de mim.
O que é isso?
É paixão descontrolada
É ciúme exagerado
Mais já parei pra pensar.
Vou deixar você sozinho
Vou segui o meu caminho
Por que vou me libertar.
O que é isso?
Já não sei mais quem eu sou
Vou libertar-me deste amor
Que me faz tanto sofrer.
Este sentimento estranho
Que me faz enlouquecer
Percebi que é ciúme
Que eu sinto de você
O que é isso?
A doença do amor
É o medo de perder
Vou curar esta doença
Para não perder você.
(M. do Carmo de Assis)
O poder da paixão
Do primeiro ela gostou porque era ciumento — para muitos, ciúme é prova de amor. Ele controlava sua vida, telefonava o dia todo e, se ela tivesse ido ao cinema, pedia para contar o filme; armava ciladas para ver se descobria alguma contradição e às vezes até parecia decepcionado por não conseguir flagrá-la em nenhuma mentira. Ciumentos não precisam de razão para sofrer. Um dia acabou, claro, e ela partiu para o oposto. Esse tinha a cuca bem fresca e, se chegasse em casa depois dele, não havia perguntas; podia sair para jantar com uma amiga, na volta ele já estava dormindo e dormindo continuava.Como não há mulher que suporte isso, o romance também acabou. Aí ela resolveu ficar sozinha por uns tempos: homens são muito espaçosos, criam muito caso, e com eles não se tem tempo para nada. Quem mora só desfruta de todos os direitos, entre eles o de manter a geladeira vazia, fazer ginástica à noite e dormir cheia de cremes na cara, o que não tem preço. Mas não demorou muito a lua-de-mel com ela mesma; achou que já era hora de arranjar um namorado novo, mas estava determinada: morar junto, nunca mais. Difícil mesmo foi combinar as regras do novo jogo: vale telefonar às 11 da noite para dar um beijinho de boa noite? Vale, claro. Mas, se o outro não estiver em casa, dá para perguntar por onde ele andava? E, se o telefone estiver ocupado durante horas, é lícito perguntar: “Com quem você estava falando?” De preferência, não, pois perguntar já é controle, e isso não pode. Começou a não dar certo. Se ele dormisse na casa dela toda noite, virava casamento; mas, se dizia “Te ligo amanhã”, ela se sentia rejeitada.
Acabaram chegando ao impasse: ou se separavam ou iam morar juntos e ter um filho. Tiveram juízo e preferiram acabar. Mas, pensou, não é possível passar a vida juntando e separando, juntando e separando. Como viver nesse vai-e-vem emocional? Qual a saída? Descobriu que “saída” não existe e que ninguém é feliz 24 horas por dia; que viver junto é ótimo, mas às vezes um verdadeiro inferno (e viver só também). Então, passou a se preparar para os futuros namoros (ou casamentos). Quais as qualidades mais importantes para conseguir viver a dois sem sucumbir aos ímpetos assassinos que às vezes surgem? Começou a se perguntar se era paciente, tolerante, se tinha jogo de cintura, se era capaz de mudar de opinião quando preciso, se gostava de crianças (não existe homem a partir dos 25 que não venha com pelo menos duas). Conseguiria não ter ciúmes delas nem da mãe delas? Seria capaz de fazer das tripas coração e passar a noite de Natal com a família dele, sorrindo e sem beber uma só gota de álcool (reuniões familiares são estressantes e a combinação stress + álcool não costuma dar certo), tendo a coragem de reconhecer que queria estar numa praia do Nordeste com ele ou sem ele, talvez de preferência sem? E chegou à conclusão de que é capaz de tudo isso, sim, e de muito mais, com uma única condição: estar apaixonada.

Os tipos de ciúme
NOS RELACIONAMENTOS…

”Insegurança e baixa auto-estima - Sentimentos negativos vivenciados numa relação amorosa destrutiva.”
ENTRE AMIGAS…

“É na adolescência, na juventude, que temos grandes amigos. A partir daí ficamos extremamente nostálgicos. Todo mundo lembra com muita saudade porque é a fase em que as amizades predominaram como vínculo fundamental, o centro da nossa vida”
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FAMILIAR…

”O Ciúme é um sentimento que desestrutura o relacionamento familiar – Famílias desmoronam porque o ciúme tem minado o relacionamento em casa e entre irmãos.”
Já dizia o poeta: ”Ciúme é sentimento de propriedade, é amar sim. mas a si mesmo, mas do que todas as coisas na vida.”
O ciúme quando é furioso produz mais crimes do que o interesse e a ambição.
–é uma das enfermidades psicológicas mais congênitas. Quando se nasce com ela, a cura é difícil. Ela envenena as alegrias mais gratas da vida, derrama fel em cada gota de água, em cada bocado de pão.
Ele nasce sempre com o amor, mas nem sempre p amor morre com ele.
O ciúme é o maior de todos os males e o que menos compaixão desperta nas pessoas que o causam.

